Ásana Yôga, Rája Yôga, Bhakti Yôga, Karma Yôga, Jñána Yôga, Layá Yôga, Mantra Yôga e Tantra Yôga.
Não é obrigatória, porém deve-se sempre questionar o motivo pelo qual um instrutor não se vincula a alguma escola certificada, pois essa é a única forma de poder usar a Marca DeRose Method.
Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi. Quem a escreveu pela primeira vez foi o Preceptor DeRose. Registre-se o fato, já que muitos conceitos desse Mestre foram usurpados por instrutores de vários países, que repetem seus ensinamentos sem citar a fonte.
Não. Os Grandes Mestres das Escolas tradicionais não reconhecem esses ramos de Yôga.
As três características principais do SwáSthya Yôga são:
1. sua prática extremamente completa, integrada por oito modalidades de técnicas;
2. a codificação das regras gerais de execução;
3. o resgate do conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição.
Oferecer “uma saladinha” a quem não come carnes é gafe cultural. Para alguns é um insulto!
Não é correta tal premissa, pois eles surgiram antes da codificação.
Não. Tantra é uma coisa e Yôga é outra. A fusão dos dois resulta no Tantra Yôga. Nós não praticamos Tantra Yôga, e sim SwáSthya Yôga, que possui raízes comportamentais do Dakshinacharatántrika.
Pré-clássico (TS), clássico (BS), medieval (BV) e contemporâneo (TV).
Os amigos e a família constituem o mais importante fator de mudança ou de estagnação, pois podem estimular ou opor resistência a propostas de mudança na vida de qualquer membro do seu círculo.
O tronco do Yôga Clássico é apenas uma subdivisão de um ramo do Yôga Pré-Clássico. Esse ramo é o Rája Yôga Pré-Clássico (que era um chaturanga) e deu origem ao Rája Yôga Clássico, que é o de Pátañjali.
Quando concluir o grau de Mestre.
Sim, é obrigatória. Se não for feita, o certificado é anulado, o direito de lecionar é cassado, o credenciamento é cancelado e, consequentemente, o infrator perde o direito a todas as regalias e privilégios de instrutor formado.
Tantra-Sámkhya, Brahmacharya-Sámkhya, Brahmacharya-Vêdánta e Tantra-Vêdánta.
Fundamenta-se no período Pré-Clássico.
O mais antigo é de linha Tantra. Mais precisamente da subdivisão Dakshinacharatántrika.
Ashta significa “oito”; anga, “parte”; sádhana, “prática”. Ashtánga sádhana significa “prática em oito partes”. Constitui a primeira das oito principais características do SwáSthya Yôga.
Aumenta bastante, pois passa a fluir sem as restrições intelectivas, da lógica, da memória ou das associações.
A supervisão é a sacralização da relação Mestre-discípulo, assentada no vínculo de afeto, respeito e admiração. Implica uma relação de compromisso ético, carinho e reconhecimento. Constitui ainda o sustento do Mestre quando, mais tarde, a idade ou outra circunstância o impedir de continuar produzindo sua subsistência.
Samádhi é um estado expandido de consciência, também chamado estado de hiperconsciência. Pode ser alcançado após muitos anos de prática de Yôga. Há vários tipos de samádhi.
Yôga Pré-Clássico e Yôga Clássico.
Sêshwarasámkhya-Brahmacharya.
(Conferir no livro Tratado de Yôga.)
Dharma significa “lei” e designa qualquer lei humana, jurídica, religiosa ou de costumes. Muito do que as pessoas chamam karma é, na verdade, dharma.
Quase todos os princípios aplicáveis ao conceito de karma coletivo podem ser igualmente aplicáveis ao de egrégora. Mas são conceitos absolutamente distintos. Egrégora é a força gregária utilizada pelo karma coletivo para produzir seus fenômenos.