A ÁRVORE DO YÔGA E O TRONCO DO YÔGA PRÉ-CLÁSSICO
EGRÉGORAS COMPATÍVEIS E INCOMPATÍVEIS
AS QUATRO LINHAS
O primeiro critério leva em consideração o equilíbrio vertebral e a movimentação espinal. O segundo leva em consideração a força de atração da Terra e sua influência na circulação sanguínea.
O alfabeto original do sânscrito é o dêvanágarí, “a escrita dos deuses”.
Sim, o anga inteiro, e não apenas os minutos finais, de prática livre, do anga ásana.
Sim, há livros que admitem mudrás feitos com o corpo. O SwáSthya Yôga não adota essa nomenclatura. Para nós, feito com o corpo é ásana; mudrá é feito com as mãos.
Cumprimentar sempre com um sorriso; abrir-lhe a porta do prédio ou do elevador; prontificar-me para fazer algo por ele; presenteá-lo com um livro nosso (se tiver cão, o Anjos Peludos; se não, escolher entre Eu me lembro… e o Ser Forte. Em hipótese alguma, dar a ele o Boas Maneiras ou o Método para um Bom Relacionamento Afetivo).
O método oriental, antigo e autêntico, preconiza o despertamento da kundaliní como meio correto de desenvolver os chakras. O ocidental, adaptado e simplificado, prefere trabalhar só com os chakras, por medo de lidar com a força colossal da kundaliní. O método ocidental é, por certo, menos eficiente, motivo pelo qual seguimos a tradição oriental e antiga.
Sete, que se subdividem em 22.
Simples: nada surge já clássico. Para tornar-se clássico é necessário que antes tenha existido numa forma primitiva. Não bastasse isso, todos os livros de história e os livros sérios de Yôga confirmam: o Yôga Clássico não foi o mais antigo. Antes dele existiu um Yôga Pré-Clássico, pré-ariano, pré-vêdico, de origem dravídica, pelo menos 2000 anos mais antigo.
De forma alguma. Isso é considerado uma grande falta de identificação e de lealdade com a sua própria.
Yôga Antigo e Yôga Moderno.
Shakti and Shakta, The Serpent Power, ambos do magistrado britânico Sir John Woodroffe.
O SwáSthya Yôga é considerado ortodoxo quando todas as características são observadas; e heterodoxo quando são respeitadas todas menos a primeira (o ashtánga sádhana).
Múládhára (lam), swádhisthána (vam), manipura (ram), anáhata (yam), vishuddha (ham), ájña e sahásrara (ÔM).
Sim. Na nossa profissão ganha-se para estudar, pois a partir do primeiro ano, tendo sido aprovado na avaliação da Federação, o estudante pode ser convidado para trabalhar, o que também já vai computando tempo, curriculum e experiência. Quanto ao sucesso na nossa ou em qualquer outra profissão, isso depende exclusivamente do talento e esforço de cada um.
As três primeiras são as características técnicas, portanto, as que se referem mais ao Yôga:
1. sua prática extremamente completa, integrada por oito modalidades de técnicas;
2. a codificação das regras gerais de execução;
3. o resgate do conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição.
Os Tantras são as escrituras que expõem o Tantrismo ou simplesmente Tantra. Trata-se de uma filosofia comportamental que possui características matriarcais, sensoriais e desrepressoras. É a mais rica, poética e artística tradição cultural da Índia.
A alimentação sem carnes, que proporciona todos os nutrientes necessários para uma dieta completa: todas as proteínas e aminoácidos, inclusive gera menos resíduos tóxicos e é a alimentação associada ao melhor rendimento nas técnicas que realizamos.
O Yôga Clássico não é o mais antigo. Consequentemente não é o mais autêntico. Ele foi produto de uma deturpação de natureza política e étnica perpetrada pelos arianos após a sangrenta ocupação a que submeteram a Índia e seu povo. A fama que tem foi construída e imposta pelos áryas, guerreiros sub-bárbaros que não tinham nenhuma cultura filosófica, artística, nem científica. Tal como os romanos em suas colônias, os arianos foram absorvendo um pouco da cultura dos povos conquistados por eles.
As primeiras consequências se manifestam sobre a área muscular e articular. Se o praticante seguir executando a série desbalanceada, poderão surgir problemas de coluna. Depois, órgãos internos, circulação, sistema endócrino etc. poderão ser afetados.
São as diferentes dimensões em que o Universo existe e se manifesta.
São obrigatórias. Devem ser ensinadas em todas as classes. Constituem uma das principais características do nosso Método!
Manter a civilidade, pedir desculpas e assumir a culpa, afinal, o seguro vai pagar pelo prejuízo.
Um dos nomes atribuídos ao criador do Yôga é Shiva; conta a lenda que ele era um bailarino e estima-se que tenha vivido há mais de 5000 anos, na Índia. Mas também há outros aspectos de Shiva, inclusive o Shiva Shankar, a versão do yôgi, do saddhu, do meditante.
Trata-se da técnica de sublimação da libido e consiste em vários estágios de estimulação e amestramento dessa energia.
Não. Não é Yôga, já que não tem a proposta de conduzir ao samádhi. Não tem nada do que caracteriza o Yôga: não tem sânscrito, nem filosofia, nem compromisso de espécie alguma. Pode ser utilizado pelos interessados em praticar Yôga, como fase preliminar.
Cerca de meio minuto, apenas.
Chamamos de Rede DeRose ao conjunto de entidades (escolas, núcleos culturais, associações, federações e outras empresas) bem como instrutores e Empreendedores que trabalhem com o DeRose Method – e seus alunos –, formando uma rede internacional de intercâmbio de conhecimentos, informações e ajuda mútua.
O ashtánga sádhana atua intensamente sobre eles. Contudo, é necessário evitar a prática simultânea de sistemas paralelos, supostamente similares, sob pena de sérios riscos para a saúde física e psíquica.
O Yôga é a mais antiga filosofia prática; o Tantra, a mais antiga tradição comportamental; o Sámkhya, a mais antiga filosofia teórica.
Não se deve ministrar a prática sempre do mesmo jeito. Há vários formatos de aula bem distintos, cuja utilização regular enriquece bastante sua metodologia, acelera o aprendizado do praticante e induz a todos, instrutores e alunos, a se autossuperar.