EM QUE CONSISTE O ÁSANA
FASES DO DISCIPULADO
Tantra-Sámkhya, Brahmacharya-Sámkhya, Brahmacharya-Vêdánta e Tantra-Vêdánta.
Algumas correntes eventualmente utilizam o ÔM no início de uma carta, outras no final dela, no rodapé. Alguns yôgins colocam-no acima da assinatura, outros abaixo dela. No entanto, só o SwáSthya utiliza o ÔM incorporado à assinatura, diante do nome. Hoje já há pessoas que copiam esse procedimento sem ser do SwáSthya, pois acham bonito, mas não é uma atitude correta.
De forma alguma. O maithuna deve ser praticado com pessoas que tenham adotado os hábitos recomendados para a segurança desta técnica.
Não. Somente os que tiverem sido iniciados no ÔM e autorizados a incorporá-lo na assinatura pelo mais graduado Mestre vivo desta linhagem.
O ÔM é o símbolo universal do Yôga e do hinduísmo para todas as Escolas, para todas as épocas e para todo o mundo. Este é o seu traçado ideal:
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As pernas cruzadas evitam manifestações paranormais. Portanto, qualquer ocorrência supostamente “espiritual” que aconteça durante uma classe de SwáSthya, é classificada como fraude consciente ou inconsciente.
A rigor, não. Mudrás são gestos feitos com as mãos.
Yôga Antigo e Yôga Moderno.
Aumenta bastante, pois passa a fluir sem as restrições intelectivas, da lógica, da memória ou das associações.
O Yôga Sútra.
Não. Não é Yôga, já que não tem a proposta de conduzir ao samádhi. Não tem nada do que caracteriza o Yôga: não tem sânscrito, nem filosofia, nem compromisso de espécie alguma. Pode ser utilizado pelos interessados em praticar Yôga, como fase preliminar.
Movimentos para cima são feitos com inspiração; para baixo, com expiração.
Nada. Esse livro é um tratado de etiqueta. Suas traduções são quase todas tão tendenciosas quanto as interpretações modernas do Yôga Sútra.
Não. Ela induz o leitor ao erro de pronúncia, como é o caso do ç usado para representar um som que não é dessa letra. Por exemplo, na palavra Shiva, a sonoridade chiada do primeiro fonema fica irreconhecível na grafia “Çiva”, proposta pela transliteração para a língua portuguesa. Por isso, devemos utilizar a inglesa, Shiva, que é mais lógica, é usada na Índia e serve perfeitamente para o português.
Sim. Na nossa profissão ganha-se para estudar, pois a partir do primeiro ano, tendo sido aprovado na avaliação da Federação, o estudante pode ser convidado para trabalhar, o que também já vai computando tempo, curriculum e experiência. Quanto ao sucesso na nossa ou em qualquer outra profissão, isso depende exclusivamente do talento e esforço de cada um.
Há muitos. Um dos principais determina compensar as flexões e torções com idênticos exercícios para o outro lado. (Exceção: coreografias podem apelar para uma licença artística e compensar com ásanas similares, desde que isso seja feito com bom-senso.)
Intensificar a purificação orgânica e sutil, bem como potencializar a libido, cuja força é indispensável à ativação da kundaliní.
O kripá é o toque do Mestre, que transmite força.
Pilates, ayurvêda, tai-chi, meditação transcendental, bioenergética, biodança, massagem, parapsicologia, macrobiótica, probiótica, unibiótica, budismo, controle mental, astrologia, florais, cristais, neurolinguística, rei-ki, shiatsu, do-in, acupuntura, xamanismo, religião, cabala, esoterismo, magia, feng-shui, cromoterapia, rolfing, eutonia, terapias, coisas místicas, espirituais, zen, alternativas ou coisas estranhas da moda.
Nunca menos de 30 m2. O ideal é algo em torno de 60 m2. Salas grandes demais são impessoais, além de exigir maior volume de voz e mais aparelhos de ar condicionado.
Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. Os termos libido, orgônio e sexualidade podem designar diferentes aspectos da kundaliní.
Isso é um mito. Praticamente tudo o que ingerimos contém proteínas. Quem se preocupa com isso é “vegetariano de boutique”.
As melhores Escolas utilizam apenas um dos dois critérios. Na prática, porém, a maioria não utiliza critério algum.
A linha tântrica.
Não é obrigatória, porém deve-se sempre questionar o motivo pelo qual um instrutor não se vincula a alguma escola certificada, pois essa é a única forma de poder usar a Marca DeRose Method.
Basta não ficar sozinho, manter o elo de força com a nossa egrégora e participar de tudo ativamente.
São as diferentes dimensões em que o Universo existe e se manifesta.
Para uma prática completa de SwáSthya Yôga, o número mínimo de ásanas é oito, pois devem ser considerados os ásanas dos angas iniciais (mudrá, pújá, mantra e pránáyáma) e do yôganidrá.
Não. Os termos técnicos não se traduzem. Por exemplo: os do judô são em japonês; os da música, em italiano; os do ballet, em francês; os do kung-fu, em chinês. Alguém cogitaria em traduzir wind surf, savoir faire, ombudsman, habeas corpus ou allegro ma non troppo? Então, é inadmissível esse questionamento com relação aos termos do Yôga.
O instrutor é quem ministra as práticas. Quando eu me formar, meu instrutor passará a ser meu monitor, aquele que me terá apresentado para exame perante a Federação. O Monitor é o instrutor que me monitorará de perto e a quem deverei me dirigir para pequenas causas. Mestre é quem interfere na maneira de ser. Meu Mestre passará a ser meu Supervisor.