Não. Há quem o anuncie, mas, na verdade, o produto que vendem é outra coisa bem diferente. O Yôga Clássico tem que ensinar as oito partes: yama, niyama, ásana, pránáyáma, pratyáhára, dháraná, dhyána e samádhi. Tem que ser de linha Sámkhya e Brahmacharya. Tem que ter como leitura básica o livro Yôga Sútra, de Pátañjali.

Basta não ficar sozinho, manter o elo de força com a nossa egrégora e participar de tudo ativamente.

Piso especial com E.V.A., um quadro-negro de Formica Lousaline bem colado na parede, boa iluminação com dimer e opções de cores, um relógio de parede, um equipamento de som profissional, ar condicionado quente e frio, ventilador de teto, calefação se a cidade for muito fria, espelhos e isolamento acústico. Dentro da sala, uma campainha silenciosa, com luz e, do lado de fora da porta, afixar um aviso com os dizeres: “se a lâmpada vermelha estiver piscando, não entre”, para quando se esteja praticando relaxamento ou meditação.

O primeiro critério leva em consideração o equilíbrio vertebral e a movimentação espinal. O segundo leva em consideração a força de atração da Terra e sua influência na circulação sanguínea.

Viparíta ashtánga sádhana, mahá ashtánga sádhana, swa ashtánga sádhana, manasika ashtánga sádhana etc.

Ter praticado os estágios anteriores da estrutura escalonada do SwáSthya por um tempo considerado suficiente pelo seu monitor.

Não. Tantra é uma coisa e Yôga é outra. A fusão dos dois resulta no Tantra Yôga. Nós não praticamos Tantra Yôga, e sim SwáSthya Yôga, que possui raízes comportamentais do Dakshinacharatántrika.

Há, sim: como a maioria dos autores é de linha brahmacharya, ou fortemente influenciada por ela, omite a informação de que o Tantra Yôga foi um dos primeiros e é um dos mais importantes.

Há muitos. Um dos principais determina compensar as flexões e torções com idênticos exercícios para o outro lado. (Exceção: coreografias podem apelar para uma licença artística e compensar com ásanas similares, desde que isso seja feito com bom-senso.)

Dhyána é um estado de superconsciência, obtido pela supressão da instabilidade da consciência. O termo meditação não está correto, mas como foi universalmente aceito, não vamos excluí-lo.

Nenhuma delas. Nossa alimentação não é “natural”, nem macrobiótica, nem vegana, nem raw, nem de nenhuma outra corrente. Nossa alimentação é absolutamente normal, só que sem carnes.

São reconhecidas três linhas e sete escolas principais.

É uma língua clássica da Índia antiga, que influenciou praticamente todos os idiomas ocidentais.

Não. DeRose Method é marca registrada, cujo uso é autorizado pelo contrato de Credenciamento desde que com a posterior certificação para uso da Marca, a qual tem validade de um ano.

Regras de respiração; permanência; repetição; localização da consciência; mentalização; ângulo didático; compensação; segurança. (Estude-as no livro Tratado de Yôga.)

As vantagens do sistema de Credenciamento são: a probabilidade muito maior de um estabelecimento novo ter sucesso e conseguir o retorno mais rápido; transmissão de know-how, aconselhamento e consultorias; a divisão dos custos de publicidade por entre os demais Credenciados; o respaldo de um nome e de um Método já conhecidos e respeitados no métier.

Conduzir o praticante à meta do Yôga. Segundo Pátañjali, a meta do Yôga é o samádhi. E, segundo Sivánanda, sem kundaliní, não ocorre samádhi.

Não, necessariamente.

Doze anos.

Muitos dos termos sânscritos não possuem tradução exata nas línguas modernas. Esse é o caso do termo samádhi.

a) Entrada (no estado de descontração);
b) utilização (para uma reprogramação positiva);
c) preparação para o retorno;
d) retorno gradual e efetivo.

Representa o encerramento da prática. “[Terminemos nossa meditação] encerrando, assim, a prática do ashtánga sádhana, abrindo os olhos, passando as mãos para o prônam mudrá e cumprimentando-nos com o termo ‘SwáSthya!’ “

Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi. Quem a escreveu pela primeira vez foi o Preceptor DeRose. Registre-se o fato, já que muitos conceitos desse Mestre foram usurpados por instrutores de vários países, que repetem seus ensinamentos sem citar a fonte.

Não é correta tal premissa, pois eles surgiram antes da codificação.

Recepção, secretaria, diretoria, loja de conveniência, dois vestiários, dois banheiros ou mais, sala de convivência, espaço gourmet, sala de prática, sala para classes teóricas com quadro negro e telão ou TV grande para exibição de vídeos.

Se essa pessoa for importante para nós, deveremos acalmá-la, escutá-la, dar-lhe carinho e compreensão. Às vezes, a pessoa precisa também de tempo para voltar à racionalidade.

Dhyána designa apenas o estado de meditação. Samyama designa a prática que consiste em executar concentração, meditação e samádhi “juntos”, isto é, numa só sentada. Cada praticante chega até onde puder. Dessa forma, dhyána ou samyama podem designar o oitavo anga do ashtánga sádhana.

Após uma certa idade, já não há energia ou tempo suficiente para atingir esse estado expandido de consciência. Uma vez alcançado tal estado, você o preservará com qualquer idade.

Mudrá (linguagem gestual); pújá (trânsito energético); mantra (vocalização de sons e ultrassons); pránáyáma (expansão da bioenergia); kriyá (atividade de purificação das mucosas); ásana (técnica corporal); yôganidrá (descontração); samyama (concentração, meditação e hiperconsciência).

Não. Considera-se falta de cultura e barafunda mental utilizar, no contexto do Yôga, termos budistas, uma vez que o budismo é uma heresia do hinduísmo e o Yôga pertence ao hinduísmo. Conclusão: budismo não tem nada a ver com Yôga. Contudo, essa confusão ocorre até na própria Índia. (Heresia: “Ideia ou teoria contrária a qualquer doutrina estabelecida.” Dicionário Aurélio.)

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