Prova Escrita chêla

Não. O Hatha não tem um anga de relaxamento e sim um ásana de relaxamento, denominado shavásana. Portanto, está embutido no anga ásana.

Samádhi é um estado expandido de consciência, também chamado estado de hiperconsciência. Pode ser alcançado após muitos anos de prática de Yôga. Há vários tipos de samádhi.

Boa parte do karma é modificável por quem conheça seus princípios. Muitas vezes, pensamos que o karma seja imutável, mas nós é que temos medo de mudar. Qualquer mudança de hábitos, de alimentação, de amizades, de profissão, tem como consequência uma alteração enorme no karma. Alguém predisposto geneticamente a morrer de úlcera daqui a cinco anos, poderia alterar esse karma se, simplesmente, mudasse de profissão. (Consultar o capítulo sobre karma no livro Tratado de Yôga.)

O método oriental, antigo e autêntico, preconiza o despertamento da kundaliní como meio correto de desenvolver os chakras. O ocidental, adaptado e simplificado, prefere trabalhar só com os chakras, por medo de lidar com a força colossal da kundaliní. O método ocidental é, por certo, menos eficiente, motivo pelo qual seguimos a tradição oriental e antiga.

Adotamos uma culinária refinada e superlativamente saborosa, com muitas especiarias. Nosso sistema é sumamente amplo e se destaca por não utilizar carnes de nenhum tipo (nem carne de ave, nem carne peixe, nem carne de crustáceos). Qualquer outro sistema alimentar compromete os resultados do Método.

Ashta significa “oito”; anga, “parte”; sádhana, “prática”. Ashtánga sádhana significa “prática em oito partes”. Constitui a primeira das oito principais características do SwáSthya Yôga.

O Tantra sempre foi gupta vidyá (conhecimento secreto), perpetuado pelo param-pará (transmissão oral). No século VIII d.C., alguns textos foram passados para o papel e essa tradição começou a ser registrada historicamente. O fato de ter sido notado a partir dessa época fez com que muitos julgassem que teria se originado então.

Todas utilizam o Ômkára, que é o traçado da sílaba ÔM. Ele é o mesmo, mas não é idêntico, pois cada uma adota um desenho específico que a distingue e estabelece relações no inconsciente coletivo com as forças dos Ancestrais da sua linhagem. Não é conveniente utilizar o traçado de uma outra Escola.

Dhyána designa apenas o estado de meditação. Samyama designa a prática que consiste em executar concentração, meditação e samádhi “juntos”, isto é, numa só sentada. Cada praticante chega até onde puder. Dessa forma, dhyána ou samyama podem designar o oitavo anga do ashtánga sádhana.

Não. Segundo Pátañjali, a meta do Yôga é o samádhi. E, segundo Sivánanda, “sem kundaliní não há samádhi”. Logo, sem kundaliní não se atinge a meta do Yôga.

Para o dia-a-dia, no glossário do livro Tratado de Yôga. Se desejarmos informações mais amplas e profundas, devemos recorrer ao Sanskrit-English Dictionary, de Monier-Williams.

Não. Os Grandes Mestres das Escolas tradicionais não reconhecem esses ramos de Yôga.

Deve-se evitar esse rótulo, já que a desinformação das pessoas conduziria a erros de interpretação.

As diferenças eram: as propostas, o método, a faixa etária, o clima emocional, a linguagem, o segmento cultural e o escopo.

Há, sim: como a maioria dos autores é de linha brahmacharya, ou fortemente influenciada por ela, omite a informação de que o Tantra Yôga foi um dos primeiros e é um dos mais importantes.

Tantra significa rede, teia ou trama do tecido. Segundo o Sanskrit-English Dictionary de Sir Monier-Williams, página 442, Tantra significa, entre outras coisas, regulado por uma regra geral, o que tem muito a ver com a nossa segunda característica. De acordo com o The Concise Sanskrit-English Dictionary, Vasudeo Govind Apte, página 162, é a maneira correta de fazer qualquer coisa, autoridade, prosperidade, riqueza; encordoamento (de um instrumento musical).

Tantra-Sámkhya, Brahmacharya-Sámkhya, Brahmacharya-Vêdánta e Tantra-Vêdánta.

Os perigos não estão no trabalho para o despertamento dessa energia, e sim na arrogância de alguns indiscípulos que desobedecem às recomendações do seu Mestre.

Múládhára (lam), swádhisthána (vam), manipura (ram), anáhata (yam), vishuddha (ham), ájña e sahásrara (ÔM).

O tronco do Yôga Clássico é apenas uma subdivisão de um ramo do Yôga Pré-Clássico. Esse ramo é o Rája Yôga Pré-Clássico (que era um chaturanga) e deu origem ao Rája Yôga Clássico, que é o de Pátañjali.

Rámakrishna e Aurobindo.

Não. Todos os praticantes de Yôga podem atingir o sabíja samádhi. Alguns precisarão de mais tempo, outros de menos. O nirbíja, este sim, é mais difícil e torna quem o atingir um Grande Mestre, mas, no Ocidente, há o risco de que seja encarcerado em um manicômio.

Os chakras podem ser estimulados a girar em qualquer sentido. A aceleração desse movimento gera fenômenos paranormais e estados expandidos de consciência. Estimulados a girar no sentido dextrógiro produzem força centrífuga. Nos chakras, o sentido sinistrógiro gera força centrípeta, com fenômenos distintos. Se uma pessoa pratica duas correntes diferentes, pode lesar os chakras com consequências imprevisíveis.

Mediante técnicas de concentração e saturação mental sobre um mesmo objeto, que pode ser um yantra, um mantra ou outro.

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