Há os cursos intensivos, as “maratonas” de fim-de-semana e os cursos de extensão universitária realizados nas Universidades Federais, Estaduais e Católicas. Os Festivais Internacionais do DeRose Method também ajudam bastante.
1. O SwáSthya não é místico.
2. não tem proposta terapêutica.
3. tem uma prática ortodoxa mais completa.
4. sua modalidade heterodoxa é extremamente maleável e adaptável.
A+(1,2,3,4,5)1+(1,2,3,4,5)2+(1,2,3,4,5)3+(1,2,3,4,5)4+(1,2,3,4,5)5+(1,2,3,4,5)6+(1,2,4,5)7+(1,2,3,4,5)8+E = ashtánga sádhana.
Não. Somente os que tiverem sido iniciados no ÔM e autorizados a incorporá-lo na assinatura pelo mais graduado Mestre vivo desta linhagem.
Múládhára (lam), swádhisthána (vam), manipura (ram), anáhata (yam), vishuddha (ham), ájña e sahásrara (ÔM).
Mudrá (linguagem gestual); pújá (trânsito energético); mantra (vocalização de sons e ultrassons); pránáyáma (expansão da bioenergia); kriyá (atividade de purificação das mucosas); ásana (técnica corporal); yôganidrá (descontração); samyama (concentração, meditação e hiperconsciência).
A partir do momento em que os alunos apresentados por ele para exame tornam-se instrutores.
a) Entrada (no estado de descontração);
b) utilização (para uma reprogramação positiva);
c) preparação para o retorno;
d) retorno gradual e efetivo.
Dhyána designa apenas o estado de meditação. Samyama designa a prática que consiste em executar concentração, meditação e samádhi “juntos”, isto é, numa só sentada. Cada praticante chega até onde puder. Dessa forma, dhyána ou samyama podem designar o oitavo anga do ashtánga sádhana.
Tantra-Sámkhya, Brahmacharya-Sámkhya, Brahmacharya-Vêdánta e Tantra-Vêdánta.
Yôga Medieval e Yôga Contemporâneo.
Tantra significa rede, teia ou trama do tecido. Segundo o Sanskrit-English Dictionary de Sir Monier-Williams, página 442, Tantra significa, entre outras coisas, regulado por uma regra geral, o que tem muito a ver com a nossa segunda característica. De acordo com o The Concise Sanskrit-English Dictionary, Vasudeo Govind Apte, página 162, é a maneira correta de fazer qualquer coisa, autoridade, prosperidade, riqueza; encordoamento (de um instrumento musical).
A partir do primeiro ano, tendo sido aprovado para tanto no exame da Federação.
Profissão alguma deve ser adotada apenas pela expectativa de ganhar dinheiro. Muito menos a nossa. Vocação, ideal, abnegação, senso de arte e de missão, são indispensáveis.
O ashtánga sádhana atua intensamente sobre eles. Contudo, é necessário evitar a prática simultânea de sistemas paralelos, supostamente similares, sob pena de sérios riscos para a saúde física e psíquica.
Os ocidentais têm medo devido à herança cultural judaico-cristã e sua carga de culpa e pecado.
São as escrituras do hinduísmo. Esse termo também designa os tratados, que podem ser sobre medicina, direito, gramática, filosofia, música, religião etc. São considerados a mais legítima expressão da autenticidade cultural hindu.
O Tantra sempre foi gupta vidyá (conhecimento secreto), perpetuado pelo param-pará (transmissão oral). No século VIII d.C., alguns textos foram passados para o papel e essa tradição começou a ser registrada historicamente. O fato de ter sido notado a partir dessa época fez com que muitos julgassem que teria se originado então.
Nada. A supervisão não tem nada a ver com o credenciamento nem com entidade alguma.
Não. Esse é um falso estereótipo. Um estabelecimento profissional deve estar instalado em um local de excelente visibilidade, conhecido, movimentado e de fácil acesso.
Sim, há livros que admitem mudrás feitos com o corpo. O SwáSthya Yôga não adota essa nomenclatura. Para nós, feito com o corpo é ásana; mudrá é feito com as mãos.
Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos políticos etc.
Existem várias formas corretas e poderosas de pronunciar o Pranava, de acordo com os efeitos desejados. Sete delas são estudadas no currículo deste curso.
Através de veículos ou “corpos” que tenham o mesmo comprimento de onda: no plano físico, um corpo de matéria física; no plano mental, um corpo de matéria mental; e assim sucessivamente.
Pilates, ayurvêda, tai-chi, meditação transcendental, bioenergética, biodança, massagem, parapsicologia, macrobiótica, probiótica, unibiótica, zen, budismo, controle mental, astrologia, florais, cristais, neurolinguística, rei-ki, shiatsu, do-in, acupuntura, xamanismo, religião, cabala, esoterismo, magia, feng-shui, cromoterapia, rolfing, eutonia, terapias, coisas místicas, espirituais, alternativas ou coisas estranhas da moda.
O símbolo universal do Yôga é o ÔM,
. Escrito, denomina-se Ômkára, pronunciado chama-se Pranava.
O SwáSthya Yôga é considerado ortodoxo quando todas as características são observadas; e heterodoxo quando são respeitadas todas menos a primeira (o ashtánga sádhana).
Cumprimentar sempre com um sorriso; abrir-lhe a porta do prédio ou do elevador; prontificar-me para fazer algo por ele; presenteá-lo com um livro nosso (se tiver cão, o Anjos Peludos; se não, escolher entre Eu me lembro… e o Ser Forte. Em hipótese alguma, dar a ele o Boas Maneiras ou o Método para um Bom Relacionamento Afetivo).
Sim, só o SwáSthya Yôga utiliza o ashtánga sádhana. Os que o vierem a adotar, terá sido por influência do SwáSthya.
Boa parte do karma é modificável por quem conheça seus princípios. Muitas vezes, pensamos que o karma seja imutável, mas nós é que temos medo de mudar. Qualquer mudança de hábitos, de alimentação, de amizades, de profissão, tem como consequência uma alteração enorme no karma. Alguém predisposto geneticamente a morrer de úlcera daqui a cinco anos, poderia alterar esse karma se, simplesmente, mudasse de profissão. (Consultar o capítulo sobre karma no livro Tratado de Yôga.)