Doze anos.
Ásana Yôga, Rája Yôga, Bhakti Yôga, Karma Yôga, Jñána Yôga, Layá Yôga, Mantra Yôga e Tantra Yôga.
Foi Pátañjali. Há duas hipóteses para a data em que viveu: a primeira, mais provável, de que tenha sido mais ou menos no século III a.C.; a outra, menos provável, de que tenha sido em torno do século IV d.C. A primeira é mais defendida por autores hindus e a segunda, por alguns ocidentais.
O Yôga Pré-Clássico, o mais antigo.
Consistiu em tomar os fundamentos e as técnicas do Yôga Pré-Clássico e dar-lhes uma sistematização, sem adaptar, sem acrescentar, sem suprimir nem ocidentalizar nada. Não o confunda com o DeRose Method, que é outra coisa.
Dhyána designa apenas o estado de meditação. Samyama designa a prática que consiste em executar concentração, meditação e samádhi “juntos”, isto é, numa só sentada. Cada praticante chega até onde puder. Dessa forma, dhyána ou samyama podem designar o oitavo anga do ashtánga sádhana.
Cerca de meio minuto, apenas.
O máximo possível, dentro do razoável.
Executar uma só vez, com a maior permanência possível, dentro do razoável, e passar ao exercício seguinte, sem repetir. Há exceções.
Existem vários. Cada língua costuma privilegiar um sistema diferente. Por essa razão, os livros de Yôga traduzidos de outros idiomas podem contribuir para instalar a confusão.
Sim: viparíta ashtánga sádhana, swa ashtánga sádhana, mahá ashtánga sádhana, manasika ashtánga sádhana etc.
Fortalecimento e definição muscular; método para um bom relacionamento afetivo; método de boas relações humanas e administração de conflitos; método de boa alimentação; chakras e kundaliní; karma e dharma; meditação e autoconhecimento; corpos do homem e planos do universo; mantra; hinduísmo; sânscrito; Curso Básico de preparação para futuros instrutores.
Rámakrishna e Aurobindo.
Trata-se da técnica de sublimação da libido e consiste em vários estágios de estimulação e amestramento dessa energia.
Múládhára (lam), swádhisthána (vam), manipura (ram), anáhata (yam), vishuddha (ham), ájña e sahásrara (ÔM).
Mediante técnicas de concentração e saturação mental sobre um mesmo objeto, que pode ser um yantra, um mantra ou outro.
Quase todos os princípios aplicáveis ao conceito de karma coletivo podem ser igualmente aplicáveis ao de egrégora. Mas são conceitos absolutamente distintos. Egrégora é a força gregária utilizada pelo karma coletivo para produzir seus fenômenos.
Não. Esse é um falso estereótipo. Um estabelecimento profissional deve estar instalado em um local de excelente visibilidade, conhecido, movimentado e de fácil acesso.
Adotamos uma culinária refinada e superlativamente saborosa, com muitas especiarias. Nosso sistema é sumamente amplo e se destaca por não utilizar carnes de nenhum tipo (nem carne de ave, nem carne peixe, nem carne de crustáceos). Qualquer outro sistema alimentar compromete os resultados do Método.
O kripá é o toque do Mestre, que transmite força.
O Yôga Sútra.
No caso específico do Yôga Sútra, recomenda-se ler o máximo possível de versões discrepantes para convencer-se da inexatidão de praticamente todas as traduções. (Compare com a resposta à pergunta no 10 da terceira aula de setembro.)
São: o físico, o emocional (chamado astral), o mental, o intuicional e o monádico. Depois, o anupádaka e o ádi.
Profissão alguma deve ser adotada apenas pela expectativa de ganhar dinheiro. Muito menos a nossa. Vocação, ideal, abnegação, senso de arte e de missão, são indispensáveis.
Jamais, sob nenhum pretexto. Brigar é atitude ralé. Tudo pode ser resolvido com educação.
Não. Todos os que dão aulas numa escola são parceiros que se associam nas despesas e receitas, pelo processo de Administração Participativa. Ninguém é patrão, nem empregado.
Grande parte da força do símbolo e do mantra ÔM provém de áreas muito profundas do inconsciente coletivo, registradas desde a mais remota antiguidade e reforçadas ao longo de milhares de anos de utilização e veneração.