A supervisão é obrigatória e é regida por um contrato entre duas pessoas físicas (Supervisor e supervisionado), que tem como contribuição mensal voluntária apenas o equivalente à mensalidade de um aluno (que representa o próprio instrutor supervisionado, eterno aluno). O Contrato de Supervisão proporciona a orientação do Supervisor. Além disso, como mera liberalidade, o supervisionado conta com taxas especiais em cursos. Se o supervisionado não estiver lecionando, não precisa pagar nada, mas perde os benefícios acima citados e não pode prestar exame de revalidação. Mais esclarecimentos encontram-se no Contrato de Supervisão Profissional.
A filiação é facultativa e trata-se de uma parceria entre duas pessoas jurídicas (DeRose Editora e escola filiada)*, pela qual não se paga nada, desde que o filiado opte pela filiação-por-compra de produtos. O filiado recebe em material didático o mesmo valor da contribuição.
*Atualmente, já é aceita, experimentalmente, a filiação direta de instrutores (Instrutor Filiado Direto).
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Yôga Pré-Clássico e Yôga Clássico.
Há, sim: como a maioria dos autores é de linha brahmacharya, ou fortemente influenciada por ela, omite a informação de que o Tantra Yôga foi um dos primeiros e é um dos mais importantes.
Em sânscrito significa autossuficiência, bem-estar do corpo ou da alma, saúde, conforto, contentamento, satisfação, Sanskrit-English Dictionary by Sir M. Monier-Williams, página 1284. Em hindi significa simplesmente saúde.
As duas partes costumam ser ásana e pránáyáma. O Hatha completo é constituído formalmente de yama, niyama, ásana e pránáyáma. Informalmente, podem-se acrescentar outras coisas, mas jamais os angas superiores, tais como pratyáhára, dháraná, dhyána e samádhi. Normalmente, suprimem-se yama e niyama e acrescentam-se bandhas, mudrás e kriyás.
Trata-se de uma citação de Pátañjali. O motivo da alusão é já começar o relacionamento com o praticante demonstrando que valorizamos a cultura e respeitamos os Shástras.
O primeiro critério leva em consideração o equilíbrio vertebral e a movimentação espinal. O segundo leva em consideração a força de atração da Terra e sua influência na circulação sanguínea.
Para iniciantes: enquanto puder parar a respiração, mantenha o ásana; precisando respirar, desfaça. Para veteranos: permaneça o máximo de tempo que o bem-estar e o bom-senso permitirem. Recomenda-se começar progressivamente, com a Regra do Um Segundo Por Dia.
Para o dia-a-dia, no glossário do livro Tratado de Yôga. Se desejarmos informações mais amplas e profundas, devemos recorrer ao Sanskrit-English Dictionary, de Monier-Williams.
Conduzir o praticante à meta do Yôga. Segundo Pátañjali, a meta do Yôga é o samádhi. E, segundo Sivánanda, sem kundaliní, não ocorre samádhi.
Temos círculo de leitura, exibição de vídeos, gourmet didático, práticas de mentalização, conversas do Sistematizador com os alunos, passeios com cães, almoços, jantares, lançamentos de livros, viagens, festivais, vernissages, exposições, teatro, cursos realizados na própria escola e diversos noutras escolas, noutras cidades e países etc.
O Yôga é a mais antiga filosofia prática; o Tantra, a mais antiga tradição comportamental; o Sámkhya, a mais antiga filosofia teórica.
É mais aconselhável utilizar o termo “Shakta”, que designa praticamente a mesma coisa e não está contaminado pela vulgarização da imprensa ocidental.
Se conhecemos as leis que regem a força das egrégoras, sabemos, pela experiência dos que nos precederam e pela nossa própria, que mesmo as leituras ou a mera participação passiva em uma palestra ou conferência de outro comprimento de onda poderão desestabilizar a saúde mental e comprometer progresso do praticante.
Não. Os Grandes Mestres das Escolas tradicionais não reconhecem esses ramos de Yôga.
Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos políticos etc.
Pilates, ayurvêda, tai-chi, meditação transcendental, bioenergética, biodança, massagem, parapsicologia, macrobiótica, probiótica, unibiótica, budismo, controle mental, astrologia, florais, cristais, neurolinguística, rei-ki, shiatsu, do-in, acupuntura, xamanismo, religião, cabala, esoterismo, magia, feng-shui, cromoterapia, rolfing, eutonia, terapias, coisas místicas, espirituais, zen, alternativas ou coisas estranhas da moda.
Adotamos uma culinária refinada e superlativamente saborosa, com muitas especiarias. Nosso sistema é sumamente amplo e se destaca por não utilizar carnes de nenhum tipo (nem carne de ave, nem carne peixe, nem carne de crustáceos). Qualquer outro sistema alimentar compromete os resultados do Método.
Por uma questão de respeito e de ética, ninguém, nem mesmo outro Mestre, deve questionar essa autoridade. Muito menos seu discípulo.
Sim. A nossa tradição faz parte do hinduísmo. Ela é um dos seis darshanas do hinduísmo.
Não. Há quem o anuncie, mas, na verdade, o produto que vendem é outra coisa bem diferente. O Yôga Clássico tem que ensinar as oito partes: yama, niyama, ásana, pránáyáma, pratyáhára, dháraná, dhyána e samádhi. Tem que ser de linha Sámkhya e Brahmacharya. Tem que ter como leitura básica o livro Yôga Sútra, de Pátañjali.
O Vêdánta utilizará bastante o termo átmam e poucas vezes o termo purusha para designar o Self. O Sámkhya utilizará bastante o termo purusha e poucas vezes o termo átmam para designar a mesma coisa. Quando o autor utilizar os dois termos indiscriminadamente, significa que ele não segue linha nenhuma, embaralha todas e deve ser ocidental.
(1) cursos, (2) formação profissional, (3) o material didático adquirido na filiação, fornecido dentro e distribuído fora da escola, (4) mensalidades dos planos de aulas regulares, (5) personal teacher, (6) algum produto criado pela escola e fornecido a toda a Rede etc. Alguns desses itens são, originalmente, fontes de arrecadação de uma escola, mas também se refletem sobre as do Empreendedor.
Sendo pacientes e educados, aplicando muita simpatia, mas nunca subserviência. É uma questão de honra que todos gostem de nós, mesmo que seja o porteiro do prédio, o carteiro, o jornaleiro ou o encanador.
A Administração Participativa funciona assim: os alunos são clientes de cada instrutor, que possui sua própria empresa e trabalha de forma autônoma, dentro e fora da escola, com seus clientes. A responsabilidade sobre eles, bem como a de captá-los, é do respectivo empreendedor. Na Escola, que é um Espaço Cultural, esses coworkers se reúnem num pool, com regras contratuais, e cada um paga um aluguel pelo uso das instalações.
Existem várias formas corretas e poderosas de pronunciar o Pranava, de acordo com os efeitos desejados. Sete delas são estudadas no currículo deste curso.