Nada. Esse livro é um tratado de etiqueta. Suas traduções são quase todas tão tendenciosas quanto as interpretações modernas do Yôga Sútra.

Há muitos. Um dos principais determina compensar as flexões e torções com idênticos exercícios para o outro lado. (Exceção: coreografias podem apelar para uma licença artística e compensar com ásanas similares, desde que isso seja feito com bom-senso.)

a) Entrada (no estado de descontração);
b) utilização (para uma reprogramação positiva);
c) preparação para o retorno;
d) retorno gradual e efetivo.

Sim: viparíta ashtánga sádhana, swa ashtánga sádhana, mahá ashtánga sádhana, manasika ashtánga sádhana etc.

Transliteração.

Ashtánga sádhana, bhúta shuddhi, maithuna.

O Yôga Clássico não é o mais antigo. Consequentemente não é o mais autêntico. Ele foi produto de uma deturpação de natureza política e étnica perpetrada pelos arianos após a sangrenta ocupação a que submeteram a Índia e seu povo. A fama que tem foi construída e imposta pelos áryas, guerreiros sub-bárbaros que não tinham nenhuma cultura filosófica, artística, nem científica. Tal como os romanos em suas colônias, os arianos foram absorvendo um pouco da cultura dos povos conquistados por eles.

Conduzir o praticante à meta do Yôga. Segundo Pátañjali, a meta do Yôga é o samádhi. E, segundo Sivánanda, sem kundaliní, não ocorre samádhi.

O mais autêntico é o mais antigo. O mais antigo é o Pré-Clássico, que também é pré-vêdico e pré-ariano. O mais antigo é de fundamentação Tantra e Sámkhya. Seu retrônimo completo é Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

São reconhecidas três linhas e sete escolas principais.

Derivar o foco, mudando imediatamente de sentimento, antes que a emocionalidade produza um destempero comportamental. Mudar de assunto ou fazer um elogio é uma boa solução.

O kripá é o toque do Mestre, que transmite força.

A supervisão é a sacralização da relação Mestre-discípulo, assentada no vínculo de afeto, respeito e admiração. Implica uma relação de compromisso ético, carinho e reconhecimento. Constitui ainda o sustento do Mestre quando, mais tarde, a idade ou outra circunstância o impedir de continuar produzindo sua subsistência.

Não. DeRose Method é marca registrada, cujo uso é autorizado pelo contrato de Credenciamento desde que com a posterior certificação para uso da Marca, a qual tem validade de um ano.

As consequências são um melhor aproveitamento da energia, maior prazer, melhoria da saúde, aumento da capacidade imunológica, ampliação das percepções, melhor rendimento no trabalho, nos estudos e nos esportes. A finalidade é proporcionar o despertamento da kundaliní.

A alimentação sem carnes, que proporciona todos os nutrientes necessários para uma dieta completa: todas as proteínas e aminoácidos, inclusive gera menos resíduos tóxicos e é a alimentação associada ao melhor rendimento nas técnicas que realizamos.

São as diferentes dimensões em que o Universo existe e se manifesta.

O interessado deve estar formado no DeRose Method e ter atuado por, pelo menos, quatro anos em “escolas bem-sucedidas” vinculadas a nós. Tendo autorização do seu Diretor, deve entrar em contato com a Sede Central, telefone (11) 3081-9821 secretaria@DeRoseMethod.org.

Não é correta tal premissa, pois eles surgiram antes da codificação.

Um dos nomes atribuídos ao criador do Yôga é Shiva; conta a lenda que ele era um bailarino e estima-se que tenha vivido há mais de 5000 anos, na Índia. Mas também há outros aspectos de Shiva, inclusive o Shiva Shankar, a versão do yôgi, do saddhu, do meditante.

A supervisão é obrigatória e é regida por um contrato entre duas pessoas físicas (Supervisor e supervisionado), que tem como contribuição mensal voluntária apenas o equivalente à mensalidade de um aluno (que representa o próprio instrutor supervisionado, eterno aluno). O Contrato de Supervisão proporciona a orientação do Supervisor. Além disso, como mera liberalidade, o supervisionado conta com taxas especiais em cursos. Se o supervisionado não estiver lecionando, não precisa pagar nada, mas perde os benefícios acima citados e não pode prestar exame de revalidação. Mais esclarecimentos encontram-se no Contrato de Supervisão Profissional.
A filiação é facultativa e trata-se de uma parceria entre duas pessoas jurídicas (DeRose Editora e escola filiada)*, pela qual não se paga nada, desde que o filiado opte pela filiação-por-compra de produtos. O filiado recebe em material didático o mesmo valor da contribuição.

*Atualmente, já é aceita, experimentalmente, a filiação direta de instrutores (Instrutor Filiado Direto).

Para o dia-a-dia, no glossário do livro Tratado de Yôga. Se desejarmos informações mais amplas e profundas, devemos recorrer ao Sanskrit-English Dictionary, de Monier-Williams.

Sim, há livros que admitem mudrás feitos com o corpo. O SwáSthya Yôga não adota essa nomenclatura. Para nós, feito com o corpo é ásana; mudrá é feito com as mãos.

Não. A alimentação não-carnívora mais antiga, que é de origem hindu, não usa soja. Soja é indigesta e nem sempre agrada ao paladar, que para nós é sagrado. Mas também não a recusamos se constar de algum prato que nos seja servido.

Sêshwarasámkhya e brahmacharya.

Não, necessariamente.

Há os cursos intensivos, as “maratonas” de fim-de-semana e os cursos de extensão universitária realizados nas Universidades Federais, Estaduais e Católicas. Os Festivais Internacionais do DeRose Method também ajudam bastante.

Ashta significa “oito”; anga, “parte”; sádhana, “prática”. Ashtánga sádhana significa “prática em oito partes”. Constitui a primeira das oito principais características do SwáSthya Yôga.

Proporcionar um reforço de saúde e vitalidade, a fim de preparar o praticante para suportar as enormes alterações biológicas, resultantes da evolução pessoal acelerada que ocorrerá na fase final.

O tronco do Yôga Clássico é apenas uma subdivisão de um ramo do Yôga Pré-Clássico. Esse ramo é o Rája Yôga Pré-Clássico (que era um chaturanga) e deu origem ao Rája Yôga Clássico, que é o de Pátañjali.

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