AS OITO REGRAS GERAIS CODIFICADAS PELO SISTEMATIZADOR DeROSE
COMO SE ESCREVE SWÁSTHYA YÔGA EM DÊVANÁGARÍ
Nada. Esse livro é um tratado de etiqueta. Suas traduções são quase todas tão tendenciosas quanto as interpretações modernas do Yôga Sútra.
O interessado deve estar formado no DeRose Method e ter atuado por, pelo menos, quatro anos em “escolas bem-sucedidas” vinculadas a nós. Tendo autorização do seu Diretor, deve entrar em contato com a Sede Central, telefone (11) 3081-9821 secretaria@DeRoseMethod.org.
Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi. Quem a escreveu pela primeira vez foi o Preceptor DeRose. Registre-se o fato, já que muitos conceitos desse Mestre foram usurpados por instrutores de vários países, que repetem seus ensinamentos sem citar a fonte.
Não. Não é Yôga, já que não tem a proposta de conduzir ao samádhi. Não tem nada do que caracteriza o Yôga: não tem sânscrito, nem filosofia, nem compromisso de espécie alguma. Pode ser utilizado pelos interessados em praticar Yôga, como fase preliminar.
Aumenta bastante, pois passa a fluir sem as restrições intelectivas, da lógica, da memória ou das associações.
Sabíja samádhi e nirbíja samádhi.
Algumas correntes eventualmente utilizam o ÔM no início de uma carta, outras no final dela, no rodapé. Alguns yôgins colocam-no acima da assinatura, outros abaixo dela. No entanto, só o SwáSthya utiliza o ÔM incorporado à assinatura, diante do nome. Hoje já há pessoas que copiam esse procedimento sem ser do SwáSthya, pois acham bonito, mas não é uma atitude correta.
Sêshwarasámkhya-Brahmacharya.
As diferenças eram: as propostas, o método, a faixa etária, o clima emocional, a linguagem, o segmento cultural e o escopo.
De forma alguma. As regras gerais sempre existiram implicitamente, porém, foram descobertas pelo Professor DeRose, tal como a força de gravidade sempre existiu, mas teve que ser descoberta por Newton. Nenhum livro antes da nossa sistematização menciona as regras gerais.
São: o físico, o emocional (chamado astral), o mental, o intuicional e o monádico. Depois, o anupádaka e o ádi.
Os perigos não estão no trabalho para o despertamento dessa energia, e sim na arrogância de alguns indiscípulos que desobedecem às recomendações do seu Mestre.
Adotamos uma culinária refinada e superlativamente saborosa, com muitas especiarias. Nosso sistema é sumamente amplo e se destaca por não utilizar carnes de nenhum tipo (nem carne de ave, nem carne peixe, nem carne de crustáceos). Qualquer outro sistema alimentar compromete os resultados do Método.
As três primeiras são as características técnicas, portanto, as que se referem mais ao Yôga:
1. sua prática extremamente completa, integrada por oito modalidades de técnicas;
2. a codificação das regras gerais de execução;
3. o resgate do conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição.
Trata-se de uma citação de Pátañjali. O motivo da alusão é já começar o relacionamento com o praticante demonstrando que valorizamos a cultura e respeitamos os Shástras.
Indiscípulo é um indisciplinado. Os tipos de discípulos mais comuns são: o que não assumiu o Mestre, o durão, o falso discípulo, o discípulo volúvel, discípulo que não é de nada, o discípulo que mata o Mestre, o discípulo antropófago, o discípulo leal ao que o Mestre ensina, o discípulo leal ao Mestre, o discípulo ideal.
Peixe não é carne branca? Então é carne. Aquele que se declara vegetariano e come peixe ou carnes brancas é, na verdade, “hipocritariano”.
Mestre é o profissional que conhece profundamente uma arte ou técnica, o bastante para instruir e/ou supervisionar outros especialistas. É o caso do Mestre de Obras, o Mestre Cuca, o Mestre de Jangada, o Mestre de Capoeira, todos pessoas singelas, mas cuja autoridade naquela área não se questiona.
Mediante técnicas de concentração e saturação mental sobre um mesmo objeto, que pode ser um yantra, um mantra ou outro.
A Índia foi o país mais invadido da História, criando um caldeirão de etnias, línguas, religiões e culturas como jamais se viu em outra nação. Falam-se, na Índia, 19 línguas oficiais, fora as centenas de línguas não-oficiais e os milhares de dialetos. Em 5000 anos, isso gerou um cipoal de tradições discrepantes.
Sim, podem ser alterados. O que ocorre é que o SwáSthya Yôga deixa de ser ortodoxo e passa a ser heterodoxo.
Não.
De forma alguma. Há uma hierarquia, uma disciplina bem valorizada e um Diretor Geral. Os professores de dança que alugam um espaço para dar aulas em um clube têm que observar o regulamento interno e nem por isso são empregados, pois não recebem pagamento do clube, pelo contrário, pagam a ele para usar o espaço, tal como nós.
A supervisão é obrigatória e é regida por um contrato entre duas pessoas físicas (Supervisor e supervisionado), que tem como contribuição mensal voluntária apenas o equivalente à mensalidade de um aluno (que representa o próprio instrutor supervisionado, eterno aluno). O Contrato de Supervisão proporciona a orientação do Supervisor. Além disso, como mera liberalidade, o supervisionado conta com taxas especiais em cursos. Se o supervisionado não estiver lecionando, não precisa pagar nada, mas perde os benefícios acima citados e não pode prestar exame de revalidação. Mais esclarecimentos encontram-se no Contrato de Supervisão Profissional.
A filiação é facultativa e trata-se de uma parceria entre duas pessoas jurídicas (DeRose Editora e escola filiada)*, pela qual não se paga nada, desde que o filiado opte pela filiação-por-compra de produtos. O filiado recebe em material didático o mesmo valor da contribuição.
*Atualmente, já é aceita, experimentalmente, a filiação direta de instrutores (Instrutor Filiado Direto).
Simples: nada surge já clássico. Para tornar-se clássico é necessário que antes tenha existido numa forma primitiva. Não bastasse isso, todos os livros de história e os livros sérios de Yôga confirmam: o Yôga Clássico não foi o mais antigo. Antes dele existiu um Yôga Pré-Clássico, pré-ariano, pré-vêdico, de origem dravídica, pelo menos 2000 anos mais antigo.
Movimentos para cima são feitos com inspiração; para baixo, com expiração.
O Tantra sempre foi gupta vidyá (conhecimento secreto), perpetuado pelo param-pará (transmissão oral). No século VIII d.C., alguns textos foram passados para o papel e essa tradição começou a ser registrada historicamente. O fato de ter sido notado a partir dessa época fez com que muitos julgassem que teria se originado então.
O Vêdánta utilizará bastante o termo átmam e poucas vezes o termo purusha para designar o Self. O Sámkhya utilizará bastante o termo purusha e poucas vezes o termo átmam para designar a mesma coisa. Quando o autor utilizar os dois termos indiscriminadamente, significa que ele não segue linha nenhuma, embaralha todas e deve ser ocidental.
Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.
Ashta significa “oito”; anga, “parte”; sádhana, “prática”. Ashtánga sádhana significa “prática em oito partes”. Constitui a primeira das oito principais características do SwáSthya Yôga.