A estrutura é constituída por três etapas (inicial, medial e final), cada uma com 2 fases, num total de seis fases, que são: preparatório (pré-Yôga), ashtánga sádhana, bhúta shuddhi, maithuna, kundaliní, samádhi.

Há um motivo didático, já que esta interpretação é mais simples para se compreender.

Não. Em geral, cada qual adota um método de aula e se cristaliza nele sem variar nada, nunca.

O kripá é o toque do Mestre, que transmite força.

Não, necessariamente.

SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga Antigo, Pré-Clássico (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga).

Tantra-Sámkhya, Brahmacharya-Sámkhya, Brahmacharya-Vêdánta e Tantra-Vêdánta.

Alguns podem ser modificados, outros atenuados e outros são imutáveis.

Pré-clássico (TS), clássico (BS), medieval (BV) e contemporâneo (TV).

Através de veículos ou “corpos” que tenham o mesmo comprimento de onda: no plano físico, um corpo de matéria física; no plano mental, um corpo de matéria mental; e assim sucessivamente.

Jamais, sob nenhum pretexto. Brigar é atitude ralé. Tudo pode ser resolvido com educação.

Manter a civilidade, pedir desculpas e assumir a culpa, afinal, o seguro vai pagar pelo prejuízo.

Em dêvanágarí, o acento (mátrá) é representado por um traço vertical a mais, colocado depois da letra, e serve para alongar a pronúncia dessa sílaba, mas não a tornará forçosamente tônica. Na transliteração, sendo uma letra a, u ou i, o acento deve ser agudo, e tratando-se de um ditongo e (a+i) ou o (a+u), deve ser circunflexo. Tal acento não ocorre só na transliteração para o português, já que se encontra em obras de outros idiomas, tais como o inglês e o castelhano os quais, ainda por cima, nem possuem o acento circunflexo em sua ortografia!

A partir do primeiro ano, tendo sido aprovado para tanto no exame da Federação.

Não se deve ministrar a prática sempre do mesmo jeito. Há vários formatos de aula bem distintos, cuja utilização regular enriquece bastante sua metodologia, acelera o aprendizado do praticante e induz a todos, instrutores e alunos, a se autossuperar.

A Administração Participativa funciona assim: os alunos são clientes de cada instrutor, que possui sua própria empresa e trabalha de forma autônoma, dentro e fora da escola, com seus clientes. A responsabilidade sobre eles, bem como a de captá-los, é do respectivo empreendedor. Na Escola, que é um Espaço Cultural, esses coworkers se reúnem num pool, com regras contratuais, e cada um paga um aluguel pelo uso das instalações.

Mediante as técnicas que são transmitidas em obras sérias sobre o tema.

Sim. Na nossa profissão ganha-se para estudar, pois a partir do primeiro ano, tendo sido aprovado na avaliação da Federação, o estudante pode ser convidado para trabalhar, o que também já vai computando tempo, curriculum e experiência. Quanto ao sucesso na nossa ou em qualquer outra profissão, isso depende exclusivamente do talento e esforço de cada um.

Não. O Hatha não tem um anga de relaxamento e sim um ásana de relaxamento, denominado shavásana. Portanto, está embutido no anga ásana.

Há uma maneira reservada de traçar o ÔM que só é ensinada de boca a ouvido pelos que detêm o grau de Mestre completo e que sejam autorizados pelo seu respectivo Supervisor. Quem tem a iniciação pode reconhecer outro que também a tenha, assim como identificar os que estão usando o ÔM indevidamente antes da assinatura: basta observar a maneira pela qual grafam o Ômkára.

Ásana Yôga, Rája Yôga, Bhakti Yôga, Karma Yôga, Jñána Yôga, Layá Yôga, Mantra Yôga e Tantra Yôga.

O ÔM é o símbolo universal do Yôga e do hinduísmo para todas as Escolas, para todas as épocas e para todo o mundo. Este é o seu traçado ideal:

A linha tântrica.

Todos podem atingir a meta, uns com mais facilidade, outros com menos. Cada qual vai atingir o nível proporcional ao tempo, estudo e dedicação que tiver investido.

Originalmente, só o SwáSthya Yôga utiliza sequências encadeadas (coreográficas). Esse conceito de execução foi resgatado do Yôga Antigo pelo Preceptor DeRose na década de 1960. Ele remonta ao tempo em que o ser humano adorava o Sol. O último rudimento dessa maneira primitiva de execução é a mais ancestral prática do Yôga: o súrya namaskára!

Regras de respiração; permanência; repetição; localização da consciência; mentalização; ângulo didático; compensação; segurança. (Estude-as no livro Tratado de Yôga.)

Basta consultar o Colegiado de Presidentes de Federaçôes ou o Conselho Administrativo.

Pátañjali.

Não. Há quem o anuncie, mas, na verdade, o produto que vendem é outra coisa bem diferente. O Yôga Clássico tem que ensinar as oito partes: yama, niyama, ásana, pránáyáma, pratyáhára, dháraná, dhyána e samádhi. Tem que ser de linha Sámkhya e Brahmacharya. Tem que ter como leitura básica o livro Yôga Sútra, de Pátañjali.

Viparíta ashtánga sádhana, mahá ashtánga sádhana, swa ashtánga sádhana, manasika ashtánga sádhana etc.

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