Piso especial com E.V.A., um quadro-negro de Formica Lousaline bem colado na parede, boa iluminação com dimer e opções de cores, um relógio de parede, um equipamento de som profissional, ar condicionado quente e frio, ventilador de teto, calefação se a cidade for muito fria, espelhos e isolamento acústico. Dentro da sala, uma campainha silenciosa, com luz e, do lado de fora da porta, afixar um aviso com os dizeres: “se a lâmpada vermelha estiver piscando, não entre”, para quando se esteja praticando relaxamento ou meditação.

Basta consultar o Colegiado de Presidentes de Federaçôes ou o Conselho Administrativo.

Múládhára (lam), swádhisthána (vam), manipura (ram), anáhata (yam), vishuddha (ham), ájña e sahásrara (ÔM).

Sim, é claro que é economicamente viável.

Dhyána é um estado de superconsciência, obtido pela supressão da instabilidade da consciência. O termo meditação não está correto, mas como foi universalmente aceito, não vamos excluí-lo.

SwáSthya Yôga é o nome do próprio tronco do Yôga Pré-Clássico, após a sistematização.

O método oriental, antigo e autêntico, preconiza o despertamento da kundaliní como meio correto de desenvolver os chakras. O ocidental, adaptado e simplificado, prefere trabalhar só com os chakras, por medo de lidar com a força colossal da kundaliní. O método ocidental é, por certo, menos eficiente, motivo pelo qual seguimos a tradição oriental e antiga.

São: o físico, o emocional (chamado astral), o mental, o intuicional e o monádico. Depois, o anupádaka e o ádi.

Significa “ação” e designa uma lei universal de causa e efeito.

Devem-se ler várias para confirmar que a maioria é alucinada, pois os tradutores não são estudiosos de Yôga ou, quando o são, não têm especialização em linha Sámkhya, que é a professada pelo livro. (Compare esta resposta com a da pergunta no 7 da primeira aula de outubro.)

Sim, é obrigatória. Se não for feita, o certificado é anulado, o direito de lecionar é cassado, o credenciamento é cancelado e, consequentemente, o infrator perde o direito a todas as regalias e privilégios de instrutor formado.

Tantra significa rede, teia ou trama do tecido. Segundo o Sanskrit-English Dictionary de Sir Monier-Williams, página 442, Tantra significa, entre outras coisas, regulado por uma regra geral, o que tem muito a ver com a nossa segunda característica. De acordo com o The Concise Sanskrit-English Dictionary, Vasudeo Govind Apte, página 162, é a maneira correta de fazer qualquer coisa, autoridade, prosperidade, riqueza; encordoamento (de um instrumento musical).

Rámakrishna e Aurobindo.

Para iniciantes: enquanto puder parar a respiração, mantenha o ásana; precisando respirar, desfaça. Para veteranos: permaneça o máximo de tempo que o bem-estar e o bom-senso permitirem. Recomenda-se começar progressivamente, com a Regra do Um Segundo Por Dia.

Tudo, menos carne de peixe, carne de ave ou qualquer outra. Isso significa que utiliza todos os legumes, cereais, hortaliças, frutas, raízes, massas, ovos, laticínios (manteiga, queijos, iogurtes etc.), açúcar, chocolate… ou seja, tudo, menos bicho morto.

Profissão alguma deve ser adotada apenas pela expectativa de ganhar dinheiro. Muito menos a nossa. Vocação, ideal, abnegação, senso de arte e de missão, são indispensáveis.

Dharma significa “lei” e designa qualquer lei humana, jurídica, religiosa ou de costumes. Muito do que as pessoas chamam karma é, na verdade, dharma.

Não. Os Grandes Mestres das Escolas tradicionais não reconhecem esses ramos de Yôga.

Não. Os termos técnicos não se traduzem. Por exemplo: os do judô são em japonês; os da música, em italiano; os do ballet, em francês; os do kung-fu, em chinês. Alguém cogitaria em traduzir wind surf, savoir faire, ombudsman, habeas corpus ou allegro ma non troppo? Então, é inadmissível esse questionamento com relação aos termos do Yôga.

A Administração Participativa funciona assim: os alunos são clientes de cada instrutor, que possui sua própria empresa e trabalha de forma autônoma, dentro e fora da escola, com seus clientes. A responsabilidade sobre eles, bem como a de captá-los, é do respectivo empreendedor. Na Escola, que é um Espaço Cultural, esses coworkers se reúnem num pool, com regras contratuais, e cada um paga um aluguel pelo uso das instalações.

O Vêdánta utilizará bastante o termo átmam e poucas vezes o termo purusha para designar o Self. O Sámkhya utilizará bastante o termo purusha e poucas vezes o termo átmam para designar a mesma coisa. Quando o autor utilizar os dois termos indiscriminadamente, significa que ele não segue linha nenhuma, embaralha todas e deve ser ocidental.

(1) cursos, (2) formação profissional, (3) o material didático adquirido na filiação, fornecido dentro e distribuído fora da escola, (4) mensalidades dos planos de aulas regulares, (5) personal teacher, (6) algum produto criado pela escola e fornecido a toda a Rede etc. Alguns desses itens são, originalmente, fontes de arrecadação de uma escola, mas também se refletem sobre as do Empreendedor.

Aumenta bastante, pois passa a fluir sem as restrições intelectivas, da lógica, da memória ou das associações.

Se conhecemos as leis que regem a força das egrégoras, sabemos, pela experiência dos que nos precederam e pela nossa própria, que mesmo as leituras ou a mera participação passiva em uma palestra ou conferência de outro comprimento de onda poderão desestabilizar a saúde mental e comprometer progresso do praticante.

O símbolo do SwáSthya Yôga chama-se ashtánga yantra. Constitui-se por um círculo de cujo centro partem oito raios equidistantes, que ultrapassam a circunferência e terminam em oito trishúlas, símbolos de Shiva.

O Yôga Clássico não é o mais antigo. Consequentemente não é o mais autêntico. Ele foi produto de uma deturpação de natureza política e étnica perpetrada pelos arianos após a sangrenta ocupação a que submeteram a Índia e seu povo. A fama que tem foi construída e imposta pelos áryas, guerreiros sub-bárbaros que não tinham nenhuma cultura filosófica, artística, nem científica. Tal como os romanos em suas colônias, os arianos foram absorvendo um pouco da cultura dos povos conquistados por eles.

Fortalecimento e definição muscular; método para um bom relacionamento afetivo; método de boas relações humanas e administração de conflitos; método de boa alimentação; chakras e kundaliní; karma e dharma; meditação e autoconhecimento; corpos do homem e planos do universo; mantra; hinduísmo; sânscrito; Curso Básico de preparação para futuros instrutores.

Jamais, sob nenhum pretexto. Brigar é atitude ralé. Tudo pode ser resolvido com educação.

Foi Gôrakshanatha (também chamado Gôraknath). Viveu aproximadamente no século XI d.C. e sua linhagem foi Tantra-Vêdánta, mais precisamente, da subdivisão Kaulacharatántrika.

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