Não é obrigatória, porém deve-se sempre questionar o motivo pelo qual um instrutor não se vincula a alguma escola certificada, pois essa é a única forma de poder usar a Marca DeRose Method.
No Brasil e Portugal, “o Yôga” e “a yóga” foram coisas diferentes mais ou menos de 1980 até 2020. Atualmente, começam a voltar a ser a mesma coisa.
Um dos nomes atribuídos ao criador do Yôga é Shiva; conta a lenda que ele era um bailarino e estima-se que tenha vivido há mais de 5000 anos, na Índia. Mas também há outros aspectos de Shiva, inclusive o Shiva Shankar, a versão do yôgi, do saddhu, do meditante.
Há, sim: como a maioria dos autores é de linha brahmacharya, ou fortemente influenciada por ela, omite a informação de que o Tantra Yôga foi um dos primeiros e é um dos mais importantes.
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Ashta significa “oito”; anga, “parte”; sádhana, “prática”. Ashtánga sádhana significa “prática em oito partes”. Constitui a primeira das oito principais características do SwáSthya Yôga.
São o número de ordem do anga, seu nome sânscrito, a tradução e a definição que explique um pouco mais para complementar a tradução.
a) para coreografia de demonstração – pouco tempo (um segundo);
b) para a aula em grupo – médio tempo (varia conforme o ásana);
c) para o treinamento em casa – muito tempo (conforme bom-senso).
Sim, só o SwáSthya Yôga utiliza o ashtánga sádhana. Os que o vierem a adotar, terá sido por influência do SwáSthya.
Não. Os Indianos não se preocupam em escrever corretamente os termos sânscritos “em inglês”, como dizem eles com um certo menosprezo. Contudo, nas boas edições indianas a transliteração é mais confiável do que na versão que costuma ser encontrada nos livros publicados no Ocidente.
Consiste numa prática integrada por oito feixes de técnicas. O ády ashtánga sádhana, por exemplo, é constituído por mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidrá, samyama.
Não se deve ministrar a prática sempre do mesmo jeito. Há vários formatos de aula bem distintos, cuja utilização regular enriquece bastante sua metodologia, acelera o aprendizado do praticante e induz a todos, instrutores e alunos, a se autossuperar.
A linha tântrica.
É mais aconselhável utilizar o termo “Shakta”, que designa praticamente a mesma coisa e não está contaminado pela vulgarização da imprensa ocidental.
O método oriental, antigo e autêntico, preconiza o despertamento da kundaliní como meio correto de desenvolver os chakras. O ocidental, adaptado e simplificado, prefere trabalhar só com os chakras, por medo de lidar com a força colossal da kundaliní. O método ocidental é, por certo, menos eficiente, motivo pelo qual seguimos a tradição oriental e antiga.
Dhyána é um estado de superconsciência, obtido pela supressão da instabilidade da consciência. O termo meditação não está correto, mas como foi universalmente aceito, não vamos excluí-lo.
Alguns podem ser modificados, outros atenuados e outros são imutáveis.
Só se for um bairro bom; dentro dele, uma rua boa e uma localização excelente nessa rua. Senão, vale mais a pena ir instalar sua escola num bairro distante do seu, mas que conte com um público cujo padrão cultural permita o sucesso do empreendimento.
Adotamos uma culinária refinada e superlativamente saborosa, com muitas especiarias. Nosso sistema é sumamente amplo e se destaca por não utilizar carnes de nenhum tipo (nem carne de ave, nem carne peixe, nem carne de crustáceos). Qualquer outro sistema alimentar compromete os resultados do Método.
Por uma questão de respeito e de ética, ninguém, nem mesmo outro Mestre, deve questionar essa autoridade. Muito menos seu discípulo.
A tradição Vaidika (brahmacharya) discorda da tradição Tántrika; o Vêdánta (espiritualista) discorda do Sámkhya (naturalista). O Vêdánta se divide nas correntes Dwaita e Adwaita. O Sámkhya, em Niríshwara e Sêshwara. O Tantra, em Dakshinachara, Vamachara, Kaulachara etc.
Pátañjali.
Plano físico corresponde ao inconsciente; plano emocional, ao subconsciente; plano mental, ao consciente; intuicional, ao superconsciente; e o monádico (samádhi), ao hiperconsciente.
(1) cursos, (2) formação profissional, (3) o material didático adquirido na filiação, fornecido dentro e distribuído fora da escola, (4) mensalidades dos planos de aulas regulares, (5) personal teacher, (6) algum produto criado pela escola e fornecido a toda a Rede etc. Alguns desses itens são, originalmente, fontes de arrecadação de uma escola, mas também se refletem sobre as do Empreendedor.
Jamais, sob nenhum pretexto. Brigar é atitude ralé. Tudo pode ser resolvido com educação.
Perfeita identificação com a nossa proposta, enorme amizade pelos colegas, aspiração de ascender a um mais elevado padrão sócio-cultural, competência, disciplina, vocação, idealismo, uma honestidade xiíta e uma furiosa vontade de vencer. O resto vem depois.
O ÔM é o símbolo universal do Yôga e do hinduísmo para todas as Escolas, para todas as épocas e para todo o mundo. Este é o seu traçado ideal:
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