SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga Antigo, Pré-Clássico (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga).
Afasto-me discretamente dessa amizade. Pessoas encrenqueiras e intrigantes podem comprometer a minha carreira e destruir minhas outras amizades.
Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. Os termos libido, orgônio e sexualidade podem designar diferentes aspectos da kundaliní.
Existem vários níveis de maithuna. Ele pode ser praticado sem nenhum toque físico, mesmo com a ausência de um dos shaktas, desde que com o seu consentimento. O simples olhar ou o tocar as mãos pode ser considerado nível elementar de maithuna, se forem obedecidas certas condições.
Os ocidentais têm medo devido à herança cultural judaico-cristã e sua carga de culpa e pecado.
Conduzir o praticante à meta do Yôga. Segundo Pátañjali, a meta do Yôga é o samádhi. E, segundo Sivánanda, sem kundaliní, não ocorre samádhi.
O SwáSthya Yôga é considerado ortodoxo quando todas as características são observadas; e heterodoxo quando são respeitadas todas menos a primeira (o ashtánga sádhana).
O Yôga Clássico não é o mais antigo. Consequentemente não é o mais autêntico. Ele foi produto de uma deturpação de natureza política e étnica perpetrada pelos arianos após a sangrenta ocupação a que submeteram a Índia e seu povo. A fama que tem foi construída e imposta pelos áryas, guerreiros sub-bárbaros que não tinham nenhuma cultura filosófica, artística, nem científica. Tal como os romanos em suas colônias, os arianos foram absorvendo um pouco da cultura dos povos conquistados por eles.
Oferecer “uma saladinha” a quem não come carnes é gafe cultural. Para alguns é um insulto!
Pátañjali foi um grande sábio e fez o que pôde pelo Yôga da sua época.
Os chakras podem ser estimulados a girar em qualquer sentido. A aceleração desse movimento gera fenômenos paranormais e estados expandidos de consciência. Estimulados a girar no sentido dextrógiro produzem força centrífuga. Nos chakras, o sentido sinistrógiro gera força centrípeta, com fenômenos distintos. Se uma pessoa pratica duas correntes diferentes, pode lesar os chakras com consequências imprevisíveis.
Definitivamente, sim. Além de aumentar a criatividade, amplifica a agressividade construtiva.
Sete, que se subdividem em 22.
Se essa pessoa for importante para nós, deveremos acalmá-la, escutá-la, dar-lhe carinho e compreensão. Às vezes, a pessoa precisa também de tempo para voltar à racionalidade.
Regras de respiração; permanência; repetição; localização da consciência; mentalização; ângulo didático; compensação; segurança. (Estude-as no livro Tratado de Yôga.)
Não. O Hatha não tem um anga de relaxamento e sim um ásana de relaxamento, denominado shavásana. Portanto, está embutido no anga ásana.
No Brasil e Portugal, “o Yôga” e “a yóga” foram coisas diferentes mais ou menos de 1980 até 2020. Atualmente, começam a voltar a ser a mesma coisa.
Através de veículos ou “corpos” que tenham o mesmo comprimento de onda: no plano físico, um corpo de matéria física; no plano mental, um corpo de matéria mental; e assim sucessivamente.
Durante a execução de um ásana, localizar a consciência na parte do corpo que estiver solicitando a sua atenção. A de mentalização diz: aplicar, sobre a localização da consciência, a visualização da cor azul celeste para sedar; e da cor alaranjada para estimular a região. (Outras cores podem ser utilizadas). Para praticantes avançados, visualização de mantras e yantras sobre os chakras.
Permitiu, mediante adaptações, que a filosofia dos drávidas não caísse no esquecimento e pudesse vir a ser incorporada ao hinduísmo como um darshana. Graças a isso, chegou até nós.
Chamamos de Rede DeRose ao conjunto de entidades (escolas, núcleos culturais, associações, federações e outras empresas) bem como instrutores e Empreendedores que trabalhem com o DeRose Method – e seus alunos –, formando uma rede internacional de intercâmbio de conhecimentos, informações e ajuda mútua.
Intercâmbio cultural, ampliação do círculo de amizades, preços especiais em material didático, bem como em cursos e eventos, consultoria, meios para divulgação dos seus serviços, manter-se informado etc.
Não. Não é Yôga, já que não tem a proposta de conduzir ao samádhi. Não tem nada do que caracteriza o Yôga: não tem sânscrito, nem filosofia, nem compromisso de espécie alguma. Pode ser utilizado pelos interessados em praticar Yôga, como fase preliminar.
Representa o encerramento da prática. “[Terminemos nossa meditação] encerrando, assim, a prática do ashtánga sádhana, abrindo os olhos, passando as mãos para o prônam mudrá e cumprimentando-nos com o termo ‘SwáSthya!’ “
A estrutura é constituída por três etapas (inicial, medial e final), cada uma com 2 fases, num total de seis fases, que são: preparatório (pré-Yôga), ashtánga sádhana, bhúta shuddhi, maithuna, kundaliní, samádhi.
Há um motivo didático, já que esta interpretação é mais simples para se compreender.
Sabíja samádhi e nirbíja samádhi.
Pilates, ayurvêda, tai-chi, meditação transcendental, bioenergética, biodança, massagem, parapsicologia, macrobiótica, probiótica, unibiótica, budismo, controle mental, astrologia, florais, cristais, neurolinguística, rei-ki, shiatsu, do-in, acupuntura, xamanismo, religião, cabala, esoterismo, magia, feng-shui, cromoterapia, rolfing, eutonia, terapias, coisas místicas, espirituais, zen, alternativas ou coisas estranhas da moda.
Ashtánga sádhana, bhúta shuddhi, maithuna.
Muitos dos termos sânscritos não possuem tradução exata nas línguas modernas. Esse é o caso do termo samádhi.