Plano físico corresponde ao inconsciente; plano emocional, ao subconsciente; plano mental, ao consciente; intuicional, ao superconsciente; e o monádico (samádhi), ao hiperconsciente.
Pátañjali.
Tantra-Sámkhya, Brahmacharya-Sámkhya, Brahmacharya-Vêdánta e Tantra-Vêdánta.
O Yôga Pré-Clássico, o mais antigo.
Sim. Na nossa profissão ganha-se para estudar, pois a partir do primeiro ano, tendo sido aprovado na avaliação da Federação, o estudante pode ser convidado para trabalhar, o que também já vai computando tempo, curriculum e experiência. Quanto ao sucesso na nossa ou em qualquer outra profissão, isso depende exclusivamente do talento e esforço de cada um.
Piso especial com E.V.A., um quadro-negro de Formica Lousaline bem colado na parede, boa iluminação com dimer e opções de cores, um relógio de parede, um equipamento de som profissional, ar condicionado quente e frio, ventilador de teto, calefação se a cidade for muito fria, espelhos e isolamento acústico. Dentro da sala, uma campainha silenciosa, com luz e, do lado de fora da porta, afixar um aviso com os dizeres: “se a lâmpada vermelha estiver piscando, não entre”, para quando se esteja praticando relaxamento ou meditação.
Algumas correntes eventualmente utilizam o ÔM no início de uma carta, outras no final dela, no rodapé. Alguns yôgins colocam-no acima da assinatura, outros abaixo dela. No entanto, só o SwáSthya utiliza o ÔM incorporado à assinatura, diante do nome. Hoje já há pessoas que copiam esse procedimento sem ser do SwáSthya, pois acham bonito, mas não é uma atitude correta.
Sim, só o SwáSthya Yôga utiliza o ashtánga sádhana. Os que o vierem a adotar, terá sido por influência do SwáSthya.
Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. Os termos libido, orgônio e sexualidade podem designar diferentes aspectos da kundaliní.
Evitamos utilizar esses termos relacionados ao DeRose Method.
O método oriental, antigo e autêntico, preconiza o despertamento da kundaliní como meio correto de desenvolver os chakras. O ocidental, adaptado e simplificado, prefere trabalhar só com os chakras, por medo de lidar com a força colossal da kundaliní. O método ocidental é, por certo, menos eficiente, motivo pelo qual seguimos a tradição oriental e antiga.
Não. Segundo Pátañjali, a meta do Yôga é o samádhi. E, segundo Sivánanda, “sem kundaliní não há samádhi”. Logo, sem kundaliní não se atinge a meta do Yôga.
Não. Todos os que dão aulas numa escola são parceiros que se associam nas despesas e receitas, pelo processo de Administração Participativa. Ninguém é patrão, nem empregado.
Nos livros: Yôga, Sámkhya e Tantra; Yôga, Imortalidade e liberdade; Yôga Sútra de Pátañjali.
1. O SwáSthya não é místico.
2. não tem proposta terapêutica.
3. tem uma prática ortodoxa mais completa.
4. sua modalidade heterodoxa é extremamente maleável e adaptável.
A estrutura é constituída por três etapas (inicial, medial e final), cada uma com 2 fases, num total de seis fases, que são: preparatório (pré-Yôga), ashtánga sádhana, bhúta shuddhi, maithuna, kundaliní, samádhi.
Ninguém criou o SwáSthya. O SwáSthya Yôga não foi criado, foi codificado. O Sistematizador DeRose resgatou o Yôga mais antigo (de fundamentação Tantra-Sámkhya) e codificou-o com o nome de SwáSthya, que em sânscrito significa autossuficiência (self-dependence).
Não, necessariamente.
São: o físico, o emocional (chamado astral), o mental, o intuicional e o monádico. Depois, o anupádaka e o ádi.
Peixe não é carne branca? Então é carne. Aquele que se declara vegetariano e come peixe ou carnes brancas é, na verdade, “hipocritariano”.
O Tantra sempre foi gupta vidyá (conhecimento secreto), perpetuado pelo param-pará (transmissão oral). No século VIII d.C., alguns textos foram passados para o papel e essa tradição começou a ser registrada historicamente. O fato de ter sido notado a partir dessa época fez com que muitos julgassem que teria se originado então.
De forma alguma. As regras gerais sempre existiram implicitamente, porém, foram descobertas pelo Professor DeRose, tal como a força de gravidade sempre existiu, mas teve que ser descoberta por Newton. Nenhum livro antes da nossa sistematização menciona as regras gerais.
Samádhi é um estado expandido de consciência, também chamado estado de hiperconsciência. Pode ser alcançado após muitos anos de prática de Yôga. Há vários tipos de samádhi.
Tri do sânscrito resultou tri no grego, tri no latim, three no inglês; nama resultou name em inglês, nome em português; ma deu mãe, mama, maman em vários idiomas; matrika resultou em mater, matriz, matriarcal; chai originou chá em português; jánu originou genou em francês; páda originou pata; vírya deu origem ao termo viril; etc.
Trata-se de uma citação de Pátañjali. O motivo da alusão é já começar o relacionamento com o praticante demonstrando que valorizamos a cultura e respeitamos os Shástras.
Os ocidentais têm medo devido à herança cultural judaico-cristã e sua carga de culpa e pecado.
São: sêvá, param-pará e kripá. O sêvá consiste numa série de provas para testar a sinceridade, vontade e lealdade do aspirante por meio do serviço voluntário.
O Yôga é a mais antiga filosofia prática; o Tantra, a mais antiga tradição comportamental; o Sámkhya, a mais antiga filosofia teórica.
As diferenças eram: as propostas, o método, a faixa etária, o clima emocional, a linguagem, o segmento cultural e o escopo.
Ela é considerada de Yôga avançado devido à:
(a) utilização de uma prática para iniciantes extremamente completa, com 8 angas;
(b) aplicação de um considerável volume de técnicas avançadas; e
(c) aceleração evolutiva que proporciona ao praticante.