Existem vários. Cada língua costuma privilegiar um sistema diferente. Por essa razão, os livros de Yôga traduzidos de outros idiomas podem contribuir para instalar a confusão.
Quando concluir o grau de Mestre.
O múládhára é sede da kundaliní; swádhisthána corresponde ao corpo físico denso; manipura, ao físico energético; anáhata, ao emocional; vishuddha, mental; ájña, intuicional; sahásrara, monádico.
Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.
Se essa pessoa for importante para nós, deveremos acalmá-la, escutá-la, dar-lhe carinho e compreensão. Às vezes, a pessoa precisa também de tempo para voltar à racionalidade.
Regras de respiração; permanência; repetição; localização da consciência; mentalização; ângulo didático; compensação; segurança. (Estude-as no livro Tratado de Yôga.)
Sêshwarasámkhya e brahmacharya.
São: o físico, o emocional (chamado astral), o mental, o intuicional e o monádico. Depois, o anupádaka e o ádi.
Não se deve ministrar a prática sempre do mesmo jeito. Há vários formatos de aula bem distintos, cuja utilização regular enriquece bastante sua metodologia, acelera o aprendizado do praticante e induz a todos, instrutores e alunos, a se autossuperar.
(Conferir no livro Tratado de Yôga.)
Afasto-me discretamente dessa amizade. Pessoas encrenqueiras e intrigantes podem comprometer a minha carreira e destruir minhas outras amizades.
Perfeita identificação com a nossa proposta, enorme amizade pelos colegas, aspiração de ascender a um mais elevado padrão sócio-cultural, competência, disciplina, vocação, idealismo, uma honestidade xiíta e uma furiosa vontade de vencer. O resto vem depois.
São reconhecidas três linhas e sete escolas principais.
Não. Não é Yôga, já que não tem a proposta de conduzir ao samádhi. Não tem nada do que caracteriza o Yôga: não tem sânscrito, nem filosofia, nem compromisso de espécie alguma. Pode ser utilizado pelos interessados em praticar Yôga, como fase preliminar.
Mediante as técnicas que são transmitidas em obras sérias sobre o tema.
Todas utilizam o Ômkára, que é o traçado da sílaba ÔM. Ele é o mesmo, mas não é idêntico, pois cada uma adota um desenho específico que a distingue e estabelece relações no inconsciente coletivo com as forças dos Ancestrais da sua linhagem. Não é ético utilizar o traçado de uma outra Escola.
De forma alguma. As regras gerais sempre existiram implicitamente, porém, foram descobertas pelo Professor DeRose, tal como a força de gravidade sempre existiu, mas teve que ser descoberta por Newton. Nenhum livro antes da nossa sistematização menciona as regras gerais.
Todas utilizam o Ômkára, que é o traçado da sílaba ÔM. Ele é o mesmo, mas não é idêntico, pois cada uma adota um desenho específico que a distingue e estabelece relações no inconsciente coletivo com as forças dos Ancestrais da sua linhagem. Não é conveniente utilizar o traçado de uma outra Escola.
Há uma maneira reservada de traçar o ÔM que só é ensinada de boca a ouvido pelos que detêm o grau de Mestre completo e que sejam autorizados pelo seu respectivo Supervisor. Quem tem a iniciação pode reconhecer outro que também a tenha, assim como identificar os que estão usando o ÔM indevidamente antes da assinatura: basta observar a maneira pela qual grafam o Ômkára.
O símbolo do SwáSthya Yôga chama-se ashtánga yantra. Constitui-se por um círculo de cujo centro partem oito raios equidistantes, que ultrapassam a circunferência e terminam em oito trishúlas, símbolos de Shiva.

Tri do sânscrito resultou tri no grego, tri no latim, three no inglês; nama resultou name em inglês, nome em português; ma deu mãe, mama, maman em vários idiomas; matrika resultou em mater, matriz, matriarcal; chai originou chá em português; jánu originou genou em francês; páda originou pata; vírya deu origem ao termo viril; etc.
Grande parte da força do símbolo e do mantra ÔM provém de áreas muito profundas do inconsciente coletivo, registradas desde a mais remota antiguidade e reforçadas ao longo de milhares de anos de utilização e veneração.
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Alguns podem ser modificados, outros atenuados e outros são imutáveis.
Não. A alimentação não-carnívora mais antiga, que é de origem hindu, não usa soja. Soja é indigesta e nem sempre agrada ao paladar, que para nós é sagrado. Mas também não a recusamos se constar de algum prato que nos seja servido.
A+(1,2,3,4,5)1+(1,2,3,4,5)2+(1,2,3,4,5)3+(1,2,3,4,5)4+(1,2,3,4,5)5+(1,2,3,4,5)6+(1,2,4,5)7+(1,2,3,4,5)8+E = ashtánga sádhana.
(1) bom ponto; (2) boas instalações; (3) bom atendimento; (4) boas aulas; (5) boa administração. Se não tiver tudo isso, a propaganda só servirá para divulgar suas falhas para mais gente. Quanto aos Credenciados, basta seguir as orientações dadas nos treinamentos DeRose Pro – Tático, DeRose Pro – Estratégico e Empreender, que ensinam o nosso know-how acumulado desde 1960.
O Yôga é a mais antiga filosofia prática; o Tantra, a mais antiga tradição comportamental; o Sámkhya, a mais antiga filosofia teórica.
Nada. A supervisão não tem nada a ver com o credenciamento nem com entidade alguma.
Sim: viparíta ashtánga sádhana, swa ashtánga sádhana, mahá ashtánga sádhana, manasika ashtánga sádhana etc.