A partir do momento em que os alunos apresentados por ele para exame tornam-se instrutores.
Em dêvanágarí, o acento (mátrá) é representado por um traço vertical a mais, colocado depois da letra, e serve para alongar a pronúncia dessa sílaba, mas não a tornará forçosamente tônica. Na transliteração, sendo uma letra a, u ou i, o acento deve ser agudo, e tratando-se de um ditongo e (a+i) ou o (a+u), deve ser circunflexo. Tal acento não ocorre só na transliteração para o português, já que se encontra em obras de outros idiomas, tais como o inglês e o castelhano os quais, ainda por cima, nem possuem o acento circunflexo em sua ortografia!

O mais antigo é de linha Sámkhya. Mais precisamente da subdivisão Niríshwarasámkhya.
Não pode constar, já que os primeiros ramos a surgir são do período Pré-Clássico e o Hatha Yôga só foi surgir cerca de 4000 anos depois, aproximadamente no século XI da era cristã.
As três características principais do SwáSthya Yôga são:
1. sua prática extremamente completa, integrada por oito modalidades de técnicas;
2. a codificação das regras gerais de execução;
3. o resgate do conceito arcaico de sequências encadeadas sem repetição.
Ashtánga Yôga é um tipo de Yôga: é o outro nome do Yôga Clássico ou Yôga de Pátañjali. Não confundir com ashtánga sádhana. [Atenção: o que apareceu no século XX com o nome de Ashtánga Yôga, não é o Yôga Clássico.]
Representa o encerramento da prática. “[Terminemos nossa meditação] encerrando, assim, a prática do ashtánga sádhana, abrindo os olhos, passando as mãos para o prônam mudrá e cumprimentando-nos com o termo ‘SwáSthya!’ “
Para uma prática completa de SwáSthya Yôga, o número mínimo de ásanas é oito, pois devem ser considerados os ásanas dos angas iniciais (mudrá, pújá, mantra e pránáyáma) e do yôganidrá.
Durante a execução de um ásana, localizar a consciência na parte do corpo que estiver solicitando a sua atenção. A de mentalização diz: aplicar, sobre a localização da consciência, a visualização da cor azul celeste para sedar; e da cor alaranjada para estimular a região. (Outras cores podem ser utilizadas). Para praticantes avançados, visualização de mantras e yantras sobre os chakras.
Não. Os termos técnicos não se traduzem. Por exemplo: os do judô são em japonês; os da música, em italiano; os do ballet, em francês; os do kung-fu, em chinês. Alguém cogitaria em traduzir wind surf, savoir faire, ombudsman, habeas corpus ou allegro ma non troppo? Então, é inadmissível esse questionamento com relação aos termos do Yôga.
Sim: viparíta ashtánga sádhana, swa ashtánga sádhana, mahá ashtánga sádhana, manasika ashtánga sádhana etc.
Temos círculo de leitura, exibição de vídeos, gourmet didático, práticas de mentalização, conversas do Sistematizador com os alunos, passeios com cães, almoços, jantares, lançamentos de livros, viagens, festivais, vernissages, exposições, teatro, cursos realizados na própria escola e diversos noutras escolas, noutras cidades e países etc.
Definitivamente, sim. Além de aumentar a criatividade, amplifica a agressividade construtiva.
“Purificação dos elementos materiais” é sua tradução e consiste em intensificação de mantras, pránáyámas e kriyás, rígida seleção alimentar e reeducação das emoções, para que o corpo não seja conspurcado com detritos tóxicos de emoções pesadas.
Os ocidentais têm medo devido à herança cultural judaico-cristã e sua carga de culpa e pecado.
Não. Os Grandes Mestres das Escolas tradicionais não reconhecem esses ramos de Yôga.
Os amigos e a família constituem o mais importante fator de mudança ou de estagnação, pois podem estimular ou opor resistência a propostas de mudança na vida de qualquer membro do seu círculo.
Só se for um bairro bom; dentro dele, uma rua boa e uma localização excelente nessa rua. Senão, vale mais a pena ir instalar sua escola num bairro distante do seu, mas que conte com um público cujo padrão cultural permita o sucesso do empreendimento.
Adotamos uma culinária refinada e superlativamente saborosa, com muitas especiarias. Nosso sistema é sumamente amplo e se destaca por não utilizar carnes de nenhum tipo (nem carne de ave, nem carne peixe, nem carne de crustáceos). Qualquer outro sistema alimentar compromete os resultados do Método.
Nada. A supervisão não tem nada a ver com o credenciamento nem com entidade alguma.
Não. Hindu é o indiano que pertence à tradição cultural do hinduísmo. Indiano é a nacionalidade que abarca hindus, jainas, budistas, muçulmanos, sikhis, parsis, cristãos etc.
Não. Há quem o anuncie, mas, na verdade, o produto que vendem é outra coisa bem diferente. O Yôga Clássico tem que ensinar as oito partes: yama, niyama, ásana, pránáyáma, pratyáhára, dháraná, dhyána e samádhi. Tem que ser de linha Sámkhya e Brahmacharya. Tem que ter como leitura básica o livro Yôga Sútra, de Pátañjali.
Nos livros: Yôga, Sámkhya e Tantra; Yôga, Imortalidade e liberdade; Yôga Sútra de Pátañjali.
(1) cursos, (2) formação profissional, (3) o material didático adquirido na filiação, fornecido dentro e distribuído fora da escola, (4) mensalidades dos planos de aulas regulares, (5) personal teacher, (6) algum produto criado pela escola e fornecido a toda a Rede etc. Alguns desses itens são, originalmente, fontes de arrecadação de uma escola, mas também se refletem sobre as do Empreendedor.
Evitamos utilizar esses termos relacionados ao DeRose Method.
Não. Todos os que dão aulas numa escola são parceiros que se associam nas despesas e receitas, pelo processo de Administração Participativa. Ninguém é patrão, nem empregado.
Todas utilizam o Ômkára, que é o traçado da sílaba ÔM. Ele é o mesmo, mas não é idêntico, pois cada uma adota um desenho específico que a distingue e estabelece relações no inconsciente coletivo com as forças dos Ancestrais da sua linhagem. Não é ético utilizar o traçado de uma outra Escola.