Uma Pergunta Por Aula

Sim, é obrigatória. Se não for feita, o certificado é anulado, o direito de lecionar é cassado, o credenciamento é cancelado e, consequentemente, o infrator perde o direito a todas as regalias e privilégios de instrutor formado.

O símbolo universal do Yôga é o ÔM, . Escrito, denomina-se Ômkára, pronunciado chama-se Pranava.

O mais autêntico é o mais antigo. O mais antigo é o Pré-Clássico, que também é pré-vêdico e pré-ariano. O mais antigo é de fundamentação Tantra e Sámkhya. Seu retrônimo completo é Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

Não pode constar, já que os primeiros ramos a surgir são do período Pré-Clássico e o Hatha Yôga só foi surgir cerca de 4000 anos depois, aproximadamente no século XI da era cristã.

1. O SwáSthya não é místico.
2. não tem proposta terapêutica.
3. tem uma prática ortodoxa mais completa.
4. sua modalidade heterodoxa é extremamente maleável e adaptável.

A rigor, não. Mudrás são gestos feitos com as mãos.

Representa o encerramento da prática. “[Terminemos nossa meditação] encerrando, assim, a prática do ashtánga sádhana, abrindo os olhos, passando as mãos para o prônam mudrá e cumprimentando-nos com o termo ‘SwáSthya!’ “

Para uma prática completa de SwáSthya Yôga, o número mínimo de ásanas é oito, pois devem ser considerados os ásanas dos angas iniciais (mudrá, pújá, mantra e pránáyáma) e do yôganidrá.

De forma alguma. As regras gerais sempre existiram implicitamente, porém, foram descobertas pelo Professor DeRose, tal como a força de gravidade sempre existiu, mas teve que ser descoberta por Newton. Nenhum livro antes da nossa sistematização menciona as regras gerais.

O alfabeto original do sânscrito é o dêvanágarí, “a escrita dos deuses”.

Conduzir o praticante à meta do Yôga. Segundo Pátañjali, a meta do Yôga é o samádhi. E, segundo Sivánanda, sem kundaliní, não ocorre samádhi.

Há os cursos intensivos, as “maratonas” de fim-de-semana e os cursos de extensão universitária realizados nas Universidades Federais, Estaduais e Católicas. Os Festivais Internacionais do DeRose Method também ajudam bastante.

Não. Tantra é uma coisa e Yôga é outra. A fusão dos dois resulta no Tantra Yôga. Nós não praticamos Tantra Yôga, e sim SwáSthya Yôga, que possui raízes comportamentais do Dakshinacharatántrika.

Nada. Esse livro é um tratado de etiqueta. Suas traduções são quase todas tão tendenciosas quanto as interpretações modernas do Yôga Sútra.

Se conhecemos as leis que regem a força das egrégoras, sabemos, pela experiência dos que nos precederam e pela nossa própria, que mesmo as leituras ou a mera participação passiva em uma palestra ou conferência de outro comprimento de onda poderão desestabilizar a saúde mental e comprometer progresso do praticante.

Não. Os Grandes Mestres das Escolas tradicionais não reconhecem esses ramos de Yôga.

Não, necessariamente.

Nunca menos de 30 m2. O ideal é algo em torno de 60 m2. Salas grandes demais são impessoais, além de exigir maior volume de voz e mais aparelhos de ar condicionado.

Isso é um mito. Praticamente tudo o que ingerimos contém proteínas. Quem se preocupa com isso é “vegetariano de boutique”.

Nada. A supervisão não tem nada a ver com o credenciamento nem com entidade alguma.

Devem-se ler várias para confirmar que a maioria é alucinada, pois os tradutores não são estudiosos de Yôga ou, quando o são, não têm especialização em linha Sámkhya, que é a professada pelo livro. (Compare esta resposta com a da pergunta no 7 da primeira aula de outubro.)

Permitiu, mediante adaptações, que a filosofia dos drávidas não caísse no esquecimento e pudesse vir a ser incorporada ao hinduísmo como um darshana. Graças a isso, chegou até nós.

Múládhára corresponde ao yama-niyama; swádhisthána, ao ásana; manipura, ao pránáyáma; anáhata, ao pratyáhára; vishuddha, ao dháraná; ájña, ao dhyána; e sahásrara, ao samádhi.

Não.

Nunca devemos entrar nesse canal, em hipótese alguma. Devemos ter mais autoestima.

De forma alguma. Há uma hierarquia, uma disciplina bem valorizada e um Diretor Geral. Os professores de dança que alugam um espaço para dar aulas em um clube têm que observar o regulamento interno e nem por isso são empregados, pois não recebem pagamento do clube, pelo contrário, pagam a ele para usar o espaço, tal como nós.

O ÔM é o símbolo universal do Yôga e do hinduísmo para todas as Escolas, para todas as épocas e para todo o mundo. Este é o seu traçado ideal:

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